Nossa História

Move sua ideia. Mova seu negócio. Move você.
Há mais de 10 anos que os Territórios impulsionam empreendedores locais com propostas de valor únicas – únicas como cada pessoa e únicas como cada ideia. Temos incubadoras em locais também eles únicos: seja numa escola do Antigo Regime, dentro de um autódromo ou num mercado agroalimentar. Gostamos de “projetos chave na mão”: desenvolvemos projetos na íntegra para que no final só tenha de abrir a porta.

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Revistas de Intervenção

1ª Série

Nº 1 – Fevereiro 1977

 

“INTERVENÇÃO” surge pelo esforço de um grupo de animadores que constataram a necessidade e o espaço existente para uma revista de animação sócio-cultural.

Nº 2 – Março 1977

 

Costuma dizer-se que quem corre por gosto não cansa, no entanto, não queremos fazer uma corrida solitária. Daf que a explicação das razões que nos levam a correr e a solicitação do vosso apoio seja uma das nossas preocupações.

Nº 3 e 4 – Abril e Maio 1977

 

Apesar das dificuldades e atrasos cá estamos. É talvez altura de fazer um pequeno balanço do que somos, do que, com vocês, gostaríamos de ser. Estes 3 primeiros números foram de desbravamento.

Nº 5 e 6 – Novembro e Dezembro 1977

 

Com todas as dificuldades inerentes a uma revista que se lança no “espaço desconhecido” da Animação Sócio-Cultural, a “INTERVENÇÃO” completa um ano de publicação.

Nº 7 – Maio 1978

 

Os primeiros meses de 78 foram para diversas associações culturais, meses de restruturação, reorganização, definição de objectivos e métodos de trabalho.

Nº 8 – Julho 1978

 

Toda a sociedade humana, pelo facto de existir como conjunto organizado de pessoas e instituições, possui uma dada cultura, ou seja um conjunto de valores éticos e estéticos, que resultam de uma certa visão (conhecimento) do real e que informam – e também expressam – o comportamento dos diferentes sujeitos.

Nº 9 – Novembro 1978

 

1979, será o Ano Internacional da Criança. A decisão da Assembleia das Nações Unidas não passará no entanto de um simples projecto de intenções, se em cada país a sua concretização não ultrapassar as comemorações de princípios com os quais todos estão mais ou menos de acordo.

Nº 10 – Fevereiro 1979

 

O 2.o Encontro de Associações e Animadores Culturais decidiu considerar a Intervenção como orgão das Associações e Animadores Culturais substituindo e dando assim continuidade ao “Viva” boletim criado no 1.o Encontro e de que saíram 2 números.

Nº 11 – Maio e Junho 1979

 

No Editorial do número anterior definimos quais us principais linhas de força e prioridades da “INTERVENÇÃO” – orgão das associações e animadores culturais.

Nº 12 – Julho e Agosto 1979

 

Em todos os domínios da vida colectiva nacional, a questão de fundo, que subentende as demais, é a do destino do projecto constitucional, que desenha uma sociedade de transição para o socialismo, com o poder democratico dos trabalhadores por meta.

Nº 13 – Setembro e Outubro 1979

 

Sem pretendermos substituir a discussão imprescindível sobre a avaliação do 3.o Encontro de Associações e Animadores Culturais, uma coisa é certa: o 3.0 Encontro pertence ao passado.

Nº 14 – Janeiro e Fevereiro 1980

 

Em reunião alargada de colaboradores da lntervençao, realizada em Lisboa no dia 23 de Fevererro de 1980 e, culminando um longo processo de discussão interna, decidiu-se avançar com um conjunto de propostas que contribuirão para a viabilização da revista, ou seja, permrtirão uma dependência cada vez menor – assim esperamos – dos subsídios oficiais.

Nº 15 – Março e Abril 1980

 

Faz hoje trés anos que a Intervenção surgiu com o seu primeiro número. Se não tinhamos (e sabiamos) construído a catedral de Estrasburgo tínhamos pelo menos dela, a ilusão que lhe deu vida. E se toda a ilusão tem um propósito, o nosso era o de sermos um espaço- um grande espaço de encontro.

Nº 16 – Outubro 1980

 

Passados três anos, a Intervenção não “muda de fato”. A mudança de direcção só pode ser entendida como o assumir “os nervos e o sangue novo de todos aqueles que lhe dão vida”.

2ª Série

Nº 1 – Janeiro 1982

 

Tanto e tão pouco tempo sem sair. Muitas coisas se passaram, alguma tinta correu e a prática de algum modo sofreu transformações.

Nº 2 – Fevereiro 1982

 

Atravessamos o deserto da superstrutura cultural. Estão gastas as formas dos “cozinhados” que se fazem nas diferentes salas da cultura.

Nº 3 e 4 – Março e Abril 1982

 

Em Abril falar de Espaço é como uma lufada de ar fresco que nos bate de frente. Ar que ainda respiramos entre muros e torres que cada vez mais nos tapam a vista e nos impedem a comunicação.

Nº 5 – Maio e Junho 1982

 

Às vezes a revista nasce de nós, vem cá do fundo. E cada vez que nasce é como se algo de novo se passasse, como se fosse descobrindo uma nova parte de cada um de nós. E a revista começa a ser um pouco de nós todos.

Nº 6 – Julho e Agosto 1982

 

Junho era a 1a etapa de uma edição que gostaríamos não tivesse fim. Passado o tempo em que esta revista esteve “interrompida” e se entrou na fase do “arranque”, pensámos que o tempo gasto não devia ser desperdiçado.

Nº 7 e 8 – Dezembro 1982 e Janeiro 1983

 

E poderá ser de outra maneira? Passou o tempo das certezas absolutas. Mais que nunca começa a ser Indispensável assumir a busca, não perpetuar imagens, não esquecer que as coisas se transformam, que as podemos transformar.

Nº 9 – Janeiro 1984

 

3ª Série

Nº 1 – 1985

 

Privilegiou no periodo subsequente a acção cultural de base e/ou a alfabetização e/ou a militância em organizações e associações populares. Hoje não tem partido.

Nº 2 Maio 1985

 

Como as coisas simples sao difíceis. Vencidos que foram os acidentes de percurso, chegou o glorioso dia 19 de Dezembro de 1984.

Nº 3 Novembro 1986

 

Na quarta Conferência dos Ministros Europeus Responsáve is pelos Assuntos Culturais, realizada em 1984, em Berlim, foi aprovada a Declaração Europeia sobre os Objectivos Culturais.

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